Tag: Ato

19 DE AGOSTO – DIA NACIONAL DE LUTA DA POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA

19h – Concentração e caminhada no Vale do Anhangabaú e região do Centro

20h – Acampamento da cidadania e atividades culturais na Praça da Sé

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Ato #Os11doXingu – Toda ação deles terá uma reação nossa!

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Os 11 do Xingu – Ato contra a criminalização da luta contra Belo Monte. Não passarão!

Durante a realização do evento, a polícia civil do Pará solicitou à Justiça a prisão preventiva de 11 pessoas acusadas de participar dos protestos. Entre os acusados no inquérito estão integrantes e assessores do Movimento Xingu Vivo para Sempre, um padre que rezou uma missa e abençoou o encontro, uma freira, um pescador que  teve sua casa destruída pelo Consórcio poucos dias antes, missionários indigenistas e um documentarista de São Paulo. Sem provas, a concessionária responsável pela usina (CCBM) acusa essas pessoas de roubo, formação de quadrilha e perturbação, entre outros crimes.

Movimento Xingu Vivo para Sempre (http://www.xinguvivo.org.br/2012/06/26/policia-pediu-prisao-preventiva-de-ativistas-contra-belo-monte/).

 Toda ação deles terá uma reação nossa. A perseguição aos ativistas que lutam contra a construção da usina de Belo Monte leva a uma série de reflexões sobre o que está, de fato, ocorrendo em Altamira, oeste do Pará. O resultado da resistência dos grupos que apoiam a luta pelo Xingu Vivo trouxe à tona a violência e perseguição do Consórcio Construtor de Belo Monte (CCBM), da Norte Energia e da polícia do estado, que decretou a prisão preventiva de onze pessoas ligadas à luta em prol do Xingu.

De 13 a 17 de junho, cerca de 300 pessoas se reuniram no encontro Xingu+23 na comunidade de Santo Antonio, 50km de Altamira – Pará. Um dos objetivos foi reviver um marco da resistência dos povos da Amazônia que, há 23 anos, impediu a construção da usina. Além disso, havia um grito entalado na garganta de todos ali, um grito de que a Rio+20 não lhes representava – nem a nós! O Xingu+23 buscou formas e estratégias de lutar contra Belo Monte, dando visibilidade aos atingidos pela obra – ribeirinhos, indígenas, pescadores, quilombolas e outros –, em contraste com o cinismo do governo brasileiro.

O suposto desenvolvimento sustentável da Norte Energia, vendido através de investimentos massivos em mídia, nada traz do real e verdadeiro cenário da construção da hidrelétrica. Belo Monte é mais um sonho divulgado pela propaganda do estado que se transformou em pesadelo para os que vivem sua realidade. Desde o início das obras, a cidade de Altamira passou por uma explosão demográfica e, consequentemente, por especulação imobiliária, alta no preço dos alimentos, acidentes, aumento dos indíces de violência, com destaque para assassinatos e um assustador crescimento de 160% no índice de vítimas de estupro. Tudo já previsto, mas agravado pelo não cumprimento das condicionantes pelo consórcio construtor.

Um ato contra a repressão e em solidariedade às vítimas da aliança do estado brasileiro com o capital financeiro representado nas grandes construtoras – Odebrecht, Camargo Correa e Andrade Gutierrez – será realizado nesta quinta-feira, 5/7, em frente ao antigo prédio do DEOPS, hoje chamado Museu da Resistência, próximo à estação da Luz.

Mas por que uma ação de perseguidos políticos do Xingu no DEOPS? Porque são muitos os paralelos do nosso regime democrático com o período militar. Como se não bastasse tirar do papel uma obra arquitetada pelos militares, o governo “democrático” brasileiro também persegue os que se opõem aos seus planos. Hoje aqueles que outrora foram vítimas de perseguição política se transformaram em perseguidores. Pedem o encarceramento de lutadores que ousaram se colocar contra uma obra de R$ 30 bilhões que faz parte dos planos de crescimento a qualquer custo do Estado brasileiro. Em nome do “interesse nacional”, não hesitam em destruir o que quer que apareça no caminho. Nesta quinta-feira, vamos às ruas contra a repressão e perseguição política que extirpa nossa liberdade diante desse sistema falido.

Hoje, amanhã e sempre, Somos Todos Xingu!!

Serviço          

Quando: quinta, 05/07, às 17h30

Onde: concentração em frente ao parque da Luz, centro de São Paulo

O que: caminhada até o antigo prédio do DEOPS às 18h30.

Evento: https://www.facebook.com/events/261332067304631/

Para mais informações

xingu23sp@riseup.net

ocupasampa@riseup.net

 

 

The Xingu 11 – Protest against the criminilization of the struggle against Belo Monte. They shall not pass!

Não passarão!

They shall not pass!

“During the event, the Pará Civil Police called for the preventive incarceration of 11 people accused of participating in the protests. Among the accused in the inquiry are members and organizers of Movimento Xingu Vivo para Sempre, a priest who spoke mass over and blessed the meeting, a nun, a fisherman who had his house destroyed a few days before by the Consortium, missionaries to the indigenous cause and one documentary-maker from São Paulo. Without proof, the group of companies responsible for the dam (CCBM) accuses these persons of robbery, gang formation and disturbing the peace, amongst other crimes.”

Movimento Xingu Vivo para Sempre (http://www.xinguvivo.org.br/2012/06/26/policia-pediu-prisao-preventiva-de-ativistas-contra-belo-monte/ ).

To each of their actions, we will react. The persecution of activists who struggle againts the construction of Belo Monte dam drives us to reflect about what, in fact, is happening in Altamira, west of Pará. The resistance of groups that support Xingu Vivo resulted in the bringing to light of the violence and persecution enacted by the Belo Monte Construction Consortium, Norte Energia and the state police, which ordered the preventative incarceration of eleven people connected to the struggle in Xingu.

From June 13-17, an average of 300 people held the Xingu+23 meeting in Santo Antonio community, 50 km from Altamira – Pará. One of the aims was to revive the spirit of resistance shown by the Amazon people, which 23 years ago, stopped the dam’s construction. Over and above this, a cry has formed in everyones throats. The cry is, “Rio+20 doesn’t represent us!”. The Xingu+23 meeting sought for ways and strategies to prevent Belo Monte from being built, as well as giving visibillity to the negatively affected comunities – local fishermen, indigenous peoples and others, in contrast to the cynicism of the brazilian government.

The so-called sustainable development of Norte Energia, sold through massive media investment, does not reflect the truth about the scenario of the dam’s construction. While Belo Monte is sold by the government advertising as a dream, it is a nightmare for those who have to live with the reality of it. Since the commencement of construction, Altamira underwent a population explosion and consequently suffered real state speculation, a rise in food prices, an increase in accidents and indicators of violence, highlighting murder and a horrific 160% increase in the number of rape victims. While these problems had already been predicted, they were aggavated by the fact that the consortium failed to adhere to the conditions of construction.

A protest against the repression and in solidarity with the victims of the aliance between the brazilian government and private enterprise, represented by major construction corporations – Odebrecht, Camargo Correa e Andrade Gutierrez, will take place this Thursday, June 5th, in front of the former DEOPS building, now called Museu da Resistência, next to Luz station.

Why protest in front of DEOPS in solidarity with the victims of political persecution in Xingu? Because our current democracy is exhibiting similar patterns to the past military period. As if it’s not bad enough that the government is reviving a plan conceived under the military period, this “democratic” government also persecutes those who oppose their plans. Those who were persecuted in the past, are now persecuting. They are calling for the incarceration of activists who dare to protest against the R$30 billion project. This is part of the brazilian government’s plans for economic growth, at any cost. In the name of “national interest”, they will destroy anything that stands in their way. This Thursday, take to the streets against the repression and political persecution that strips us of our freedom in this broken system.

Hoje, amanhã e sempre, Somos Todos Xingu!!

Today, tomorrow and always, We are All Xingu!!

Press Office When:
Thursday, June 5th, at 17:30 (SP-BR)
Where: meet at Luz Park, downtown Sao Paulo
What: walk to the former DEOPS building at 18:30 (SP-BR)

Event: https://www.facebook.com/events/261332067304631/

Contact information
ocupasampa@riseup.net

Los 11 del Xingu. Acto contra la criminalización de la lucha contra la construcción de la usina de Belo Monte. No pasarán!

Mientras la realización del evento, la policia civil de Pará ha enviado a la justicia una solicitud de prisión preventiva de 11 personas acusadas de participar de protestos. Entre los acusados se encuentran integrantes y asesores del movimiento Xingu Vivo pra Sempre (Xingu vivo para siempre), y un sacerdote, una monja, un pescador campesino que tuvo su casa destrozada por el liderazgo represalio, un misionero indio y un guionista de documentales de São Paulo. Sin haber probas, la empresa responsable por la construcción de la usina acusa los manifestantes de robo, formación de bandas, perturbaciones y otros crímenes.

Movimento Xingu Vivo para Sempre (http://www.xinguvivo.org.br/2012/06/26/policia-pediu-prisao-preventiva-de-ativistas-contra-belo-monte/).

Todas las acciones de represalia de ellos tendrá una acción nuestra. La persecución a los activistas que luchan contra la construcción de la usina en Belo Monte conlleva hacia una serie de reflexiones sobre lo que está ocurriendo en Altamira, Oeste de Pará. El resultado de la resistencia de los grupos que apoyan la lucha a favor de Xingu Vivo nos enseña la absoluta realidad de violencia y persecución del Consorcio Constructor de Belo Monte (CCBM) de Norte Energía y de la policía del Estado, que ha detectado la prisión preventiva de 11 personas implicadas a favor de Xingu.

De 13 a 17 de junio, sobre 300 personas se han reunido en el encuentro Xingu+23 en la comunidad de Santo Antonio, 50 km de Altamira, Pará. Uno de los objetivos fue poner de relieve la resistencia de las poblaciones de Amazonia que, hace 23 años, ha impedido la construcción de la Usina. La idea, además, fue hacer una crítica al congreso Rio+20, que no representa las ideas de parte de las poblaciones implicadas, y sociedad brasileña. Xingu+23 ha buscado formas estratégicas de luchar contra la construcción en Belo Monte, haciendo visible las voluntades y deseos de las poblaciones de los ríos, indígenas, pescadores, y otros.

El discurso de desarrollo sostenible de Norte Energia, que es vendido por medio de las inversiones en los medios de comunicación, no representa para nada el real sentido del escenario de la construcción de la hidroeléctrica. La usina es mas bien un sueño difundido por la publicidad del Estado que se ha vuelto pesadillas para los que incorporan esta realidad. Desde el principio de las obras la ciudad de Altamira se ha sometido bajo una explosión demográfica y, consecuentemente, por especulación inmobiliaria. Precios altos de los alimentos, crecimiento de los índices de violencia con destaque para asesinato y un asustador crecimiento de 160% de las mujeres víctimas de violaciones.  Todo ya previsto, pero reforzado por el no cumplimiento de las condiciones por el consorcio constructor.

Un acto contra la represalia y en solidaridad a las víctimas de la alianza  del estado brasileño con el capital financiero representado en las grandes constructoras, como Oderbrecht, Camargo Correa y Andrade Gutierrez será puesto en marcha el próximo 5 de julio en el antiguo edificio DEOPS, en el actual Museu da Resistencia, en São Paulo.

El motivo de haber elegido el edificio de DEOPS es por que son muchos los paralelos del nuestro régimen democrático con el periodo militar. El gobierno brasileiro sigue persiguiendo los que se oponen sus planes. Con un discurso de ¨interese nacional¨ violan derechos humanos y leyes de protección ambiental. Por eso el jueves nos vamos a luchar contra la represalia y persecución de la política que quiere encancerar nuestra libertad. Hoy, mañana y siempre, somos todos Xingu.

Para más informaciones:

Cuándo: Jueves,  05 de julio  a las 17h30

Dónde: Concentración en el Parque da Luz – centro de São Paulo, y caminada hacia edificio DEOPS a las 18:30

Evento: https://www.facebook.com/events/261332067304631/

Contacto: ocupasampa@riseup.net

 

Il 'Xingu 11' – Protesta contro la criminalizzazione della lotta contro Belo Monte. Non passeranno!

Il ‘Xingu 11’ – Protesta contro la criminalizzazione della lotta contro Belo Monte. Non passeranno!

Não passarão!

Non passeranno!

“Durante l’evento, la Polizia Civile del Pará, una regione al nord del Brasile, ha chiesto la carcerazione preventiva di 11 persone accusate di partecipare alle proteste contro la costruzione della diga di Bello Monte. Tra gli imputati nell’inchiesta ci sono membri e organizzatori del Movimento Xingu Vivo para Sempre, un prete che pregava la messa, una suora, un pescatore che ha avuto la sua casa distrutta dal Consorzio pochi giorni prima, i missionari della causa indigena e un documentarista di São Paulo. Senza prove, il gruppo di società responsabili della diga (CCBM) accusa queste persone di rapina, formazione di banda e disturbo della pace, tranne altri crimini. ”

Movimento Xingu Vivo para Sempre  (http://www.xinguvivo.org.br/2012/06/26/policia-pediu-prisao-preventiva-de-ativistas-contra-belo-monte/)

Ad ogni azioni loro, reagiremo. La persecuzione degli attivisti che lottano contro la costruzione della diga di Belo Monte ci spinge a riflettere su ciò che, in realtà, sta accadendo in Altamira, paesino ad ovest del Pará. La resistenza dei gruppi che sostengono Xingu Vivo ha provocato l’apertura alla luce della violenza e delle persecuzioni emanate dal consorzio di costruzione di Monte Belo, Norte Energia e della Polizia di Stato, che ha ordinato l’incarcerazione preventiva di undici persone collegate alla lotta nel Xingu.

Dal 13 al 17 Giugno, una media di 300 persone hanno partecipato alla riunione Xingu+23 nella comunità di Santo Antonio, a 50 chilometri d’Altamira. Uno degli obiettivi era quello di ravvivare lo spirito di resistenza dimostrata dal popolo della Amazonia, che 23 anni fa, fermò la costruzione della diga. Oltre a questo, un grido si è formato in gola. Il grido è: “La Rio+20 non ci rappresenta”. L’incontro Xingu+23 ha cercato di modi e strategie per prevenire Belo Monte dalla fase di costruzione, oltre a dare visibilità per le comunità locali pregiudicate – pescatori, popolazioni indigene e altri – , in contrasto con il cinismo del governo brasiliano.

Il cosiddetto sviluppo sostenibile del Norte Energia, ‘vendute’ attraverso massicci investimenti nei media di massa, non riflette la verità sul scenario della costruzione della diga. Mentre Belo Monte è descritto dalla pubblicità del Governo come un sogno, è in realtà un incubo per chi deve convivere con la sua realtà. Dal momento dell’inizio della costruzione, Altamira ha avuto subito una esplosione demografica (da 95 mille abitanti a 195 mille) e di conseguenza ha visto la speculazione vera e propria dello Stato, un aumento dei prezzi alimentari, un incremento degli incidenti e degli indicatori della violenza, mettendo in evidenza l’omicidio, ed un aumento terribile di 160% nel numero di vittime di stupro. Mentre questi problemi erano già stati previsti, sono stati peggiorati dal fatto che il consorzio non ha rispettato le condizioni di costruzione.

Una protesta contro la repressione e in solidarietà con le vittime del alleanza tra il governo brasiliano e le aziende private, rappresentate da società di costruzione importanti – Odebrecht, Camargo Correa e Andrade Gutierrez -, si svolgerà questo Giovedi, 5 giugno, di fronte all’edificio del ex-DEOPS (Departamento Estadual de Ordem Política e Social), centro di indagine e tortura della polizia di stato durante la dittatura militare in Brasile, ora chiamato Museu da Resistencia, vicino alla stazione Luz, a São Paulo.

Perché la protesta davanti al DEOPS in solidarietà con le vittime di persecuzione politica nel Xingu? Perché la nostra democrazia attuale espone modelli simili al periodo passato militare. Cioè, come se non è già abbastanza grave che il governo brasiliano sta facendo rinascere un piano concepito sotto il periodo militare, questo governo detto “democratico” persegue anche chi si oppone ai suoi piani. Coloro che sono stati perseguitati in passato, sono ora i persecutori. Essi chiedono l’incarcerazione degli attivisti che osano protestare contro un progetto di R$ 30 miliardi (circa 13 miliardi di euro). Questo fa parte dei piani del governo brasiliano per la crescita economica, ad ogni costo. In nome del “interesse nazionale”, che distrugge qualunque cosa che si trova sulla loro strada. Questo Giovedi, scendete in piazza contro la persecuzione e la repressione politica che ci spoglia della nostra libertà in questo sistema danneggiato.

Hoje, amanhã e Semper, Somos Todos Xingu!

Oggi, domani e sempre, siamo tutti Xingu!

Quando:
Giovedi, 5 giugno alle ore 17:30 (SP-BR)
Dove: riunione al parco Luz, centro di São Paulo
Che cosa: raggiungere a piedi l’edificio ex-DEOPS alle 18:30 (SP-BR)

Evento: https://www.facebook.com/events/261332067304631/

Informazioni di contatto
ocupasampa@riseup.net
Luiza Damigo / ufficio stampa +55 (11) 8504 4145

Ato dia 25 – Especulação extermina: basta de trevas na Luz e em São Paulo!

Depois de churrascão e em apoio aos removidos do Pinheirinho, novo ato contra a militarização vai até Alckmin e Kassab na manhã desta quarta-feira, 25, em São Paulo, na Praça da Sé

Moinho, Pinheirinho, “Cracolândia”. Além de décadas de descaso por parte do poder público, estas regiões ganharam um novo elemento em comum: o terrorismo de Estado, que carrega consigo inúmeras denúncias de abuso de autoridade, racismo, violação de direitos humanos e tortura. Fica cada vez mais evidente que a política do governo paulista está calcada na militarização como instrumento de garantia dos lucros da iniciativa privada que a financia. Fica também cada vez mais claro que é hora de dizer BASTA.

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HOJE – Acampa | Ocupa Sampa adere ao ato contra o novo código florestal

O Acampa | Ocupa Sampa adere ao ato contra o novo código florestal.

Vamos nos reunir na Praça do Ciclista às 12hrs e caminhar rumo à Praça Oswaldo Cruz (em frente ao Shopping Paulista). Participaremos do Ato e logo após convidamos TODXS para uma grande confraternização na Praça Mahatma Gandhi (nome oficial: Praça Tulio Fontoura) próximo à ALESP e ao parque Ibirapuera.

A Idéia é sairmos do ATO e irmos todxs juntxs para a Praça para este espaço de confraternização e debate.

http://www.facebook.com/events/255890554468096/

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O Senado adiou mais uma vez a votação da reforma do Código Florestal, que deverá ser retomada na próxima semana.

Isso nos dá tempo de nos manifestarmos contra as emendas propostas pela bancada ruralista do governo, que visam a expansão do Agronegócio em detrimento da preservação do meio ambiente.!

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Lembrando que DOMINGO (4.dez) às 12hrs o Acampa | Ocupa Sampa também convida a todos para nossa Ceia Diferenciada! Leve comida e bebida para confraternizarmos 😀

[11.11.11] Ato #AcampaSampa + Festa @PçaCiclista = #OccupyPaulista

1 chamado global para ocupar o mundo. 1 chamado para ocupar o Brasil.

Veja algumas fotos do Ato feito pela #AcampaSampa #OcupaSampa. Outras fotos da festa na Praça do Ciclista e a galera da Massa Crítica.

Mesmo com frio, algumas pessoas resolveram amanhecer na Praça. #OccupyPaulista – Ocupar a Paulista – #AcampadaPaulista!

# Ocupe Seu País – 11.11.11

Hoje, Ato #OcupaSampa #AcampaSampa 11.11.11: Concentração 17h. Debaixo do viaduto do Chá.

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=7-dlldzF7_4[/youtube]