Archive for: outubro 2012

A copa não é futebol! Vídeo da ação direta no mascote da copa do mundo em SP

Essa copa não é nossa, mas sim, da FIFA e seus patrocinadores. Ela é também das grandes empreiteiras que constroem enormes elefantes brancos e expulsam milhares de famílias de suas casas.
Basta de remoções!

Repressão após término do panelaço. Ação direta no mascote da copa do mundo em SP

Neste exato momento o panelaço do #13º SP chegou no ponto final da marcha que passou por varias ocupações do centro. Ao chegar no Vale do Anhangabaú, os manifestantes se depararam com o boneco mascote da copa do mundo e começaram a gritar palavras. Alguns dos manifestantes pularam as grades que protegiam o boneco da coca-cola e o furaram. A GCM (Guarda Civil Metropolitana) apareceu e está tentando levar a delegacia um morador da favela do moinho como suspeito de depredar patrimônio privado. Todxs xs outros manifestantes estão em apoio a ele. Se a policia levá-lo obrigado ao D.P. todxs irão juntos. Mas seguiremos resistindo!

#Solta ou leva todo mundo!!!!
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Após longas horas de negociação, conseguimos recuperar o RG dele e fazer com que fosse liberado.

#15o – 1 Ano de Ocupa Sampa – Programação

– DIA 13/10 (SÁBADO)
No Moinho:
10h – Pique-nique e oficina de cartazes antes do panelaço;
14h – Panelaço – Mais infos aqui.
17h30min – Chegada da Marcha no Vale do Anhangabaú
No Vale do Anhangabaú
18h – Roda de conversa sobre direito à cidade, especulação imobiliária e poder popular;
21h – Jam Session (cada um pode levar seu instrumento para fazer um som maneiro) / Oficina de stêncil (precisa levar material, consulte a lista de necessidades)
* Campeonato de Taco

– DIA 14/10 (DOMINGO)
No Vale do Anhangabaú
10h – Ensaio da Fanfarra do M.A.L
CANCELADO
15h – Roda de Conversa com grupos feministas;
18h – Roda de Conversa: Genocídio Indígena – Período Militar e Guarani-Kaiowá;
20h – Roda de Conversa: Ação Direta e Ativismo.

– Dia 15/10 (SEGUNDA)
No Vale do Anhangabaú
19h – Conversa/Balanço sobre 1 ano do 15o e confraternização

#13oSP – #PANELAÇO – A CIDADE É NOSSA!

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#13OSP – Vídeo

#13OSP #PANELAÇO, A CIDADE É NOSSA!

Favela do Moinho

Horário de concentração: 10h da manhã com oficina de cartaz e piquenique.

Horário de saída: 14 horas

Evento #Panelaço: http://www.facebook.com/events/507176699312201/

CineOcupa – Ocupa’s – 10/10 – 20h

“OCUPA’S” – DOCUMENTÁRIO FALA SOBRE O MOVIMENTO 15O EM SÃO PAULO E A CONSTRUÇÃO DO OCUPA SAMPA.

Por que não votar?

Por João Ninguém (com a valiosa contribuição de muitas amigas e amigos)

Nestes últimos dias a página-facebook e o perfil-witter do #OcupaSampa receberam uma espécie de enxurrada de comentários em nossas postagens relacionadas à Campanha Existe Política Além do Voto. Numa síntese-bem-porca, dá pra dizer que a opinião das pessoas que comentaram é de que somos um bando de playboy classe-média, alienados, que não entendemos nada de política, e que estamos, indiretamente, ajudando o Russomano e o Serra a transformarem São Paulo na cidade mais fascista e preconceituosa do mundo (como se já não fosse). Até de “molecada leite-com-pera” fomos chamados (os veganos pegaram meio mal com essa).


Bom, a ideia do não-voto é bem complexa e intrincada, então não pretendo aqui fazer uma grande explicação sistematizada de seus fundamentos teóricos, da onde surgiu, para onde vai, ficar colocando citação do Reclus ou do Bakunin, nem nada dessas coisas cabeçudas. Quem quiser entender melhor, tem que ler os materiais, assistir aos vídeos e principalmente aparecer nos rolês que tem acontecido e vão acontecer (
CineOcupa, Festa do Não-Voto na Casa Mafalda, Churrascão da Justificativa, etc.), não basta apenas ler nossas micro-postagens e sair metendo o pau só pra defender esse seu candidado aí. Aqui eu só vou dizer o porquê eu não vou votar nesta eleição, mas vou explicar bem.

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ASSEMBLEIA OCUPA SAMPA – 04/10 (QUINTA)

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20 ANOS DO “MASSACRE DO CARANDIRU” – MANIFESTO DA REDE 2 DE OUTUBRO

Via Rede 2 de Outubro

2 de outubro de 1992: uma pequena desavença entre presidiários do pavilhão 9 da Casa de Detenção do Carandiru se transforma em uma rebelião desprovida de viés reivindicativo ou de fuga. Apesar disso, o Governo Estadual da época determinou a invasão da Casa de Detenção por centenas de policiais militares que exterminaram a sangue frio, no mínimo, 111 pessoas desarmadas e desesperadas. Foi a maior chacina da história do sistema penitenciário brasileiro, fato nomeado historicamente como o “Massacre do Carandiru”.

Só comparável aos grandes massacres indígenas e africanos do período Escravocrata, e aos massacres de grandes rebeliões populares ao longo da toda história do país, como Palmares e Canudos, a “lógica dos massacres” no entanto permanece presente hoje, e até intensificada. A exemplo do que ocorreu em relação às prisões, torturas e assassinatos da Ditadura Civil-Militar brasileira (1964-1988), também em relação ao “Massacre do Carandiru”, ocorrido em pleno regime ‘democrático’, operou-se e ainda se opera uma série de medidas para negar às vítimas e à sociedade o Direito à Memória, à Verdade e à Justiça.

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